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sábado, 22 de dezembro de 2012

Quem conta um conto aumenta uns pontos...

Mentira. Ela está em todo lugar. Faz parte da história da humanidade desde sempre. Os políticos a utilizam para conseguir votos, os publicitários para vender produtos, as crianças para escapar das surras, e assim por diante. Ser flagrado mentindo pode gerar situações embaraçosas, processos e perda de credibilidade. Isso, pois geralmente ela é encarada como um distúrbio psicológico, um desvio moral e/ou um pecado, que dependendo do tamanho pode render alguma dor nos joelhos após a confissão. Mas o pessoal que se encontra no segundo piso do número 558 da Rua Santa Catarina, bairro Floresta, parece não se importar com isso. Caso se importassem provavelmente não estariam ali, reunidos para um torneio de pôquer, jogo onde uma das estratégias mais úteis é a mentira. Mas não qualquer mentira. Tem que ser daquelas bem frias e dissimuladas, com carão e tudo. Tem que ser o famoso blefe.

Foi isso que Carlos Eduardo Dias Polizelli, um rapaz de 27 anos, alto e magro, de cabelos escuros e curtos, que geralmente usa bermuda de tactel, camiseta, boné, e o apelido Kadu ao se apresentar, detectou às 22h20 daquela quarta-feira, sete de novembro. Um blefe. Restavam pouco menos de 30 pessoas participando do torneio divididas em três mesas. Uma corrente dividia a sala ao meio, mostrando a qual distância aqueles que já estavam fora do jogo deveriam ficar do veludo verde onde se acomodavam os que ainda competiam. Como em qualquer partida de Texas Hold'em, todos já tinham recebido suas duas folhas. O Big Blind e o Small Blind já haviam feito suas apostas obrigatórias e quase todos os que acreditaram nas cartas que receberam seguiram pagando o blind de 1000 fichas para entrar na rodada. Era a vez de Kadu dizer o que iria fazer. Como estava no cut-off, e até ali os oponentes haviam apenas pago o mínimo, resolveu ser um pouco mais agressivo. Tinha um ás e uma dama de naipes diferentes, uma boa mão pré-flop. Seria melhor se fossem dois ases ou se ao menos as cartas fossem naipadas, é verdade, mas, mesmo assim, as chances pareciam estar do seu lado. Fez o lógico: deu raise e subiu a aposta para 2100 fichas. Talvez com isso conseguisse abocanhar o pote antes mesmo de o dealer abrir qualquer street. Não deu certo. Todos foldaram, menos o Small Blind, que pagou a aposta e esperou ansioso. Será que tinha algo útil na mão? Logo o flop foi aberto. Viraram um três, uma dama e um sete, todos de naipes diferentes. Pôde se ouvir um dos desistentes reclamando que tinha um três e deveria ter pago a aposta porque teria chances. Ledo engano. Kadu também tinha um par, mas não qualquer um. Era justamente o mais alto da mesa naquele momento, o de damas. Ficou contente, mas não demonstrou. Obviamente iria forçar mais um pouco o adversário assim que se desse sequência ao jogo, o que não demorou a acontecer. Seguindo a ordem da mesa, o dealer perguntou primeiro ao Small Blind o que ele queria fazer. O rapaz disse, o mais sóbrio e imparcial que conseguiu:

- Eu dou all in...

Eram 24 mil fichas, uma boa quantia. Os olhares se voltaram para Kadu. Caso aceitasse a aposta também teria que entrar em all in, já que tinha apenas 22 mil no stack. O break já tinha passado e não eram mais permitidos rebuys nem add-ons. Se perdesse, estava fora do torneio. Mesmo assim, não se intimidou. Sabia que o pôquer não era e nem é um jogo de azar, muito menos de sorte. É sim um jogo de habilidade. Claro que a sorte tem sua parcela de responsabilidade nos resultados finais, como em qualquer outra atividade, mas ela é bem minimizada quando se faz um jogo baseado numa estratégia que inclua uma análise paciente de cada oponente, das cartas recebidas em cada rodada e das decisões tomadas durante o jogo por cada um.

Começou a pensar friamente enquanto rodava uma de suas fichas por entre os dedos. Lembrou que durante toda a noite, desde o início do torneio, pouco depois das 20h, seu oponente foi um péssimo jogador. Fez burrada atrás de burrada, e só estava ali ainda por conta de um milagre. Se tivesse algo útil já no início da rodada, como um par, certamente começaria subindo a aposta, não pagando apenas o blind. Deveria ter uma mão no máximo com cartas próximas. Talvez nem isso, já agira como um verdadeiro loose passivo até ali, encarando apostas iniciais grandes com mãos pífias só para ver no que ia dar. Se com o flop lhe tivessem vindo cartas favoráveis, que proporcionassem dois pares ou até uma trinca, o mais sensato seria deixar o agressor tentar aumentar o pote novamente, o que teria acontecido, para depois tentar dar o bote e ganhar um maior número de fichas. Fazer uma aposta tão grande no início da rodada é ilógico, só serviria para assustar o oponente. Mas Kadu não se intimidara. Era experiente e sacou logo de cara o nervosismo e a armação. O Small Blind devia ter no máximo um par e, na pior das hipóteses, o mais alto, que era o de damas. Se fosse isso, eles podiam estar no máximo empatados. Isso sem contar o ás que ainda sobrava na mão de Kadu e poderia muito bem desempatar o jogo. Então, em poucos segundos o desafio foi respondido:

- Eu pago...

Como não haviam mais apostas a serem feitas, ambos deram showdown. A dedução estava correta. Na mão do adversário estava um três e um ás de naipes diferentes. Conseguir um straight ou um flush era impossível para ambos, mas as chances de fazer um full house ou uma trinca eram maiores para Kadu, uma vez que todos na mesa sabiam, graças a um resmungão, que um dos dois possíveis ternos já estava fora do jogo. No momento, o que ganhava era o par de damas.

O dealer queimou algumas cartas e tirou um nove no turn. A tensão aumentou. As chances do oponente reduziram-se a conseguir uma trinca com o único três que possivelmente restava no baralho. Matematicamente, isso são apenas quatro por cento de chances de ganhar a partida. Somente a sorte que o salvou até ali poderia ajudá-lo. Mais algumas cartas queimadas e vem o river, um três. Um misto de alegria e alívio tomou conta do Small Blind, que ficou com um sorriso de orelha a orelha, e naquele momento todos na mesa começaram a ter um pouco mais de fé em milagres, fossem religiosos ou não. Kadu ficou sem reação. O filho da mãe sortudo deve ter nascido com o rabo virado pra lua. A mão favorita era a dele, e mesmo assim acabara perdendo para um fish qualquer. Que bad beat. Tomou uma verdadeira baralhada.

Depois de se desfazer das fichas, pegou o que sobrou de sua cerveja e saiu da mesa. Gastou 50 reais no buy-in e não chegara sequer perto do ranking de premiação, mesmo sendo um dos poucos que realmente entendia das estratégias do jogo naquela noite. Esta seria uma mão da qual ele lembraria por alguns dias, detalhe por detalhe... Mas estava ciente desta possibilidade quando entrou no jogo. Esses torneios turbo, com duração pequena, favorecem muito o fator sorte, pois os blinds aumentam muito rápido. Chega um momento onde entrar no jogo já custa caro. Se fosse um desses torneios deep stack, mais longos, teria tempo para aplicar melhor suas estratégias.

Agora não adiantava reclamar. Pelo menos a noite valeu pela diversão. Kadu sempre achou proveitoso jogar com as pessoas ao vivo, sejam elas boas ou ruins. Da pra se aprender muito com isso. Quanto ao dinheiro, ele pode recuperar numa outra hora. Seja em outro torneio, em algum cash game ou no próximo dia de trabalho, quando se juntará a competidores de todo o mundo no pokerstars.com para jogar torneios de pôquer na internet. Sim, este é o emprego de Kadu desde o metade do ano passado: jogador profissional de pôquer on-line.



"Pra você é poker cara, pra mim isto é minha vida" (Phil Hellmuth)

Assim como Kadu, muitas outras pessoas tem feito do pôquer on-line seu ganha pão. Afinal, quem não quer trabalhar em casa, na frente do computador e num horário que seja conveniente? Sem contar as possibilidades de lucro. E não é preciso muito para isso. Aqueles que já sabem jogar e tem grana para investir só precisam se inscrever no site e baixar gratuitamente o programa que permitirá participar dos torneios, desde que a conta criada seja abastecida com o crédito necessário. Os sites funcionam como bancos, realizando os descontos cada vez que se entra num torneio, creditando a quantia correspondente ao prêmio cada vez que o jogador entra na faixa de premiação e permitindo saques rápidos e seguros toda vez que se quiser usufruir dos louros da vitória.

Infelizmente a verdade é que a maioria dos interessados não tem a grana para o investimento inicial. Isso pois, para ser um negócio lucrativo, não basta participar de um torneio por dia. Para valer a pena os jogadores entram em 10, 20 ou quantos torneios lhes forem possíveis gerir ao mesmo tempo. Assim conseguem aumentar as chances de entrar na faixa de premiação, que geralmente é de 10% do número de participantes. Se forem até o final de algum destes torneios os jogadores ocupam cerca de duas horas do dia, senão menos, e cada vez que um jogo acaba o computador inicia outro automaticamente. Caso este ciclo se repita por pouco mais de dez horas, no final de um dia de trabalho um jogador on-line esforçado terá entrado em aproximadamente 200 torneios. Se eles custarem uma média de nove dólares cada, no fim do expediente ele terá gasto algo em torno de 1800 dólares. Mas se ganhar três ou quatro deles e ficar na faixa de premiação de mais uns poucos, consegue dobrar ou até triplicar o valor do investimento inicial.

Vendo a rentabilidade do negócio, alguns investidores, na maioria fãs ricos do jogo, começaram a contratar estas pessoas que tem vontade de viver do pôquer, mas não a grana necessária. Eles financiam o custo dos buy-ins, o treino dos empregados com profissionais qualificados, e alguns até ajudam na compra de um computador decente, ferramenta de trabalho indispensável. Em troca ficam com uma porcentagem do lucro obtido, inicialmente bem alta, para compensar o risco. Para ser contratado, basta falar com um desses investidores e fazer uma espécie de teste admissional, onde o interessado recebe umas noções básicas, uma quantia em dinheiro e sai para o jogo. Se o jogador tiver potencial, ele é contratado, informalmente. Aí começam as vídeo-aulas e a rotina de estudos sobre o pôquer, debruçando-se em cima de livros, artigos e fóruns na internet. Afinal, o lucro vem com resultados positivos, o que só é obtido com muito esforço.

Muitas pessoas dizem que essa coisa de treinar e estudar o jogo é apenas uma desculpa para não parecer tão vadio, já que os jogadores “não precisam trabalhar”. Mal sabem eles que os jogadores de pôquer nem sempre estão em torneios por diversão. Gostam do jogo, claro, mas ele acaba adquirindo as responsabilidades de qualquer emprego. Muitas vezes eles estão lá por obrigação, para cumprir tabela. Principalmente quando estão passando por uma má fase, duvidando da própria capacidade para o jogo, mas precisam buscar a melhora dos resultados. Nem todos conseguem suportar essa pressão psicológica, mas os que passam pela provação veem seus esforços valerem a pena. Depois de um tempo como empregados, após muito treino, a maioria deles se sente apta para seguir carreira solo. Alguns acabam largando seus times (estruturas criadas pelos investidores que reúnem contratados de todo o mundo, com o intuito de cobrir um maior número de torneios e aumentar as chances de lucro) e vão jogar sozinhos, por conta. Outros, mais empreendedores, começam a treinar conhecidos e montam seus próprios times.

Apesar das regras serem as mesmas, existem certas peculiaridades entre o pôquer on-line e os torneios ao vivo, presenciais. Ambos exigem dos participantes uma boa memória, para permitir uma análise correta dos opoentes, mas na internet existem programas que ajudam a examinar os outros jogadores, armazenando dados sobre apostas, perdas e ganhos, por exemplo. Nos torneios live não se tem esse recurso, mas é possível fazer uma melhor leitura dos competidores, através dos gestos, tiques ou o tom de voz de cada um ao apostar. Por isso nem todo bom jogador virtual é também bom ao vivo e vice-versa. A estratégia muda.

Outra diferença diz respeito ao dinheiro. É mais fácil conseguir lucro no jogo da internet, por diversos motivos. Dentre eles estão o custo da adesão ao torneio, que geralmente é baixo, o grande número de participantes iniciantes, o que facilita o jogo para quem tem experiência, a possibilidade de participar de vários torneios ao mesmo tempo, o que aumenta a chance de sair vencedor em algum deles, e o fato de ainda não serem cobrados impostos nos jogos virtuais. Grandes torneios presenciais, como o Brazilian Series of Poker – BSOP – chegam a pagar por ano 27,5% do valor do prêmio em impostos ao governo. Isto, somado ao custo para manter uma estrutura descente para o jogo, faz com que o preço do buy-in suba e acabe nivelando os participantes. Geralmente eles são em menor número (se comparados aos on-line) e mais experientes. Por isso, o número de profissionais nos torneios live é menor. São poucos os que se dão bem como André Akkari, revelação do pôquer brasileiro, conhecido no mundo todo pelos amantes do jogo e mais novo cliente da empresa de assessoria esportiva 9ine, do Ronaldo fenômeno, que tem buscado investir nas novas modalidades de esporte.

Sim, o status do pôquer tem mudado de forma drástica no Brasil nos últimos anos. Aquele que antigamente era considerado por muitos como um jogo de azar para viciados em apostas, passou a ser respeitado como um dos esportes da mente, mesma categoria do xadrez ou do jogo de damas. Isso pois segundo estudos, a sorte define apenas 20 por cento das jogadas realizadas, que são aquelas que terminam com o showdown. Os outros 80 por cento dos casos terminam bem antes, por conta da habilidade de cada jogador em analisar o oponente, memorizar jogadas, calcular probabilidades, traçar estratégias e mentir.

Para alguns conservadores e desentendidos esses estudos podem soar como desculpas esfarrapadas, mas legalmente esta decisão da Federação Internacional dos Esportes da Mente (IMSA) fez a diferença. Por conta dela, várias pessoas puderam começar a se beneficiar com o jogo sem ferir qualquer lei, desde que paguem os impostos correspondentes. Entre elas está Valdir de Almeida, um senhor baixo e de óculos, com 40 anos e cabelo estilo Jack Chan, conhecido por todos com Vardizão. Morador de Joinville há seis anos, ele tem há três um estabelecimento especializado em organizar torneios de pôquer, o Joinville Texas Clube, que abre as portas todas as segundas, quartas e sextas para qualquer um que queira praticar, apostar e se divertir. O lugar, organizado, bem iluminado e com pouco mais de 150 metros quadrados, tem capacidade para realizar torneios com até 70 pessoas, divididas em sete mesas, o que ainda não aconteceu. A lotação diária fica em torno dos 35 participantes, e a máxima atingida foi de 48 jogadores. Além do clube de Valdir, existem pelo menos outros dois estabelecimentos que organizam torneios na cidade. Um todas as terças e outro nas quintas. Apesar de não serem tão grandes quanto o Joinville Texas Clube, são uma prova indiscutível de que o esporte tem crescido e arrebatado cada vez mais adeptos.

Trabalhando nesses clubes estão as pessoas conhecidas como dealers, ou crupiês. Eles são responsáveis por distribuir as cartas e monitorar o jogo, servindo muitas vezes de juizes em situações mais delicadas. Uma delas, que trabalha no clube do Vardizão, o mesmo onde Kadu levou a baralhada na quarta feira, dia sete de novembro, é Samanta Ribas, uma moça simpática, com 29 anos e de cabelos longos e cacheados. Trabalha ali junto com o namorado, faz pouco mais de um ano. Nas terças quintas e sábados, quando o clube de Valdir está fechado, eles trabalham como dealer em outros torneios, alguns até de fora da cidade, e juntos conseguem ter uma renda mensal pouco maior que 4 mil reais.

Ela já conhece o jogo faz cinco anos. Apesar de não ter feito nenhum curso para exercer a função conhece bem as regras do pôquer, único requisito exigido para ser dealer. Todos os domingos à noite, Samanta, o namorado e alguns outros amigos se reúnem religiosamente na casa de alguém para realizar o próprio torneio. O jogo é para um grupo fechado e tem um buy-in simbólico de cinco ou dez reais. O objetivo não é deixar ninguém rico, e sim estudar e discutir cada rodada. Com isso, melhoram sua leitura dos adversários e dedução das rodadas. Exceto quando a sorte resolve dar as cartas.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Solicitações de amizade: UMA. Confirmar? Excluir?

A cabeça lhe doía mais do que de costume. E para não ficar para trás, o resto do corpo resolveu seguir o mesmo embalo. Provavelmente resultado da péssima noite de sono. Achou que o passar das horas lhe faria esquecer, ou pelo menos se acostumar com a dor. Que nada! Tinha um compromisso às 19h e o cérebro ainda insistia em ouvir as sinapses nervosas. Maldita. Poderia apenas não ir, mas não queria faltar com a palavra. Não desta vez. O relógio de pulso, um Casio F-91W, daqueles do camelô, marca 18h40. Em dois minutos passa um ônibus perto de casa. Se correr da tempo de... AAAAII. Droga. Quem ela acha que é para mudar o jogo, assim, de repente? Não precisava fazer isso. Então, por que aceitar? Deveria faltar... NÃO! Não hoje. 18h44 e o ponto ainda está cheio. Cheiro de atraso no ar. O ônibus chega 18h47, lotado. MALDITA! 

Deveriam se encontrar... quem disse? É alguma regra nova de que não fora informado? Afinal este é o século XXI. Pessoas não precisam de mais que um computador para se relacionar. Os 107 amigos na facebook que o digam... O PC foi desligado? Parece que vem aí uma trovoada daquelas. Dentro do ônibus está quente como o inferno. E cheio. Mal e mal tem lugar pra ficar de pé. Uma chuva até que cairia bem. Mas não com o PC ligado. 18h54. Atraso inevitável. Não deveria ter vindo. Saco. Então por que veio? Porque queria! E por que reclama tanto? Dor? Mania? Medo? MEDO! 

O ônibus para no ponto final. 18h59. Droga. São 5 minutos até o shopping. A adrenalina toma conta Cada passo, apertado, vem acompanhado de tremores nas pernas, palpitações e indagações. Nunca fora bom em conversas cara a cara. O que deveria falar para não parecer um estranho? Uma piada ou alg... 

- Alfredo? 

Um calafrio sobe a espinha. Não... Não... Ainda não! Não tinha pensado em nada pra falar. Maldita! As mãos estão encharcadas de suor. Uma piada engraçada... Será que ela já ouv... 

- É bom te conhecer assim, pessoalmente, sabe? Ver que você é real, que não fiquei sentada em frente ao PC à toa...Tinha gente que dizi... 

Meu Deus, parece uma matraca... será que não consegue fechar a boca? Boca bonita. Lábios bem desenhados, carnudos... Combinam com o rosto. Com o corpo. Que corpo. Ela é linda. Como quebrar o gelo? Como chamar a atenção? Melhor ficar quieto. Parecer intelectual, profun... 

- … e você, não vai dizer nada? 

São 19h07. Por fora, silêncio. Por dentro, muito ruido. Milhares de possibilidades são processadas ao mesmo tempo. Em meio a confusão mental, um tilt. O cérebro trava e, sem querer, algo escapa. 

- Você é bem gostosa né?! 

Mais silêncio, agora completo. Definitivamente, relacionamentos são um ponto fraco. Poucas frases poderiam ser piores para o momento. O que vem agora? Um tapa? Seria o lógico... São 19h08. Ainda. Deveria ficar trancafiado no quarto e nunca mais sair. E o tapa, cadê? IDIOTA! BURRO! Será qu... 

- HAHAHAHAHA! Você sabe como seduzir... Sabia que você era engraçado... HAHAHA... 

Um golpe de sorte, graças a Deus. Mas melhor não contar com ela na próxima vez. Se bem que, talvez, não seja necessária uma próxima vez.


E lembrem-se: a a imagem é do Infame Lúdico...

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Dia do SEXO


06.09, GTalk, 12h50:
  • - ALEX, HOJE É DIA DO SEXO, SABIA? VAMOS COMEMORAR?
  • - Ok, te levo pra comer uma pizza...
  • - PALHA ¬¬
  • - Sabe que eu to brincando né?!
  • - MESMO *__*
  • - Claro! To sem grana... hoje não rola nada...

Tumblr

Sim, caso alguém se interesse eu tenho um, já com 5 seguidores ^^

Vê lá, é o http://thingsbullshitandstuff.tumblr.com/

NÃO É UM SUBSTITUTO! O tisan continua, e espero que cada vez menos abandonado...

sábado, 1 de setembro de 2012

Parabéns a todos

Essa é pra todos os que comemoram o desaniversário hoje, assim como eu!


 E lembrem-se: Parabéns a todos os desaniversariantes

É o amooooooor.... e o gás Hélio

Só pra compartilhar o que sinto por minha noiva Pérscilla


E lembrem-se: A curva mais bonita de uma mulher é o seu sorriso..

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

A revolta ortográfica.

É interessante como os brasileiros costumam adaptar palavras para expressar algo sem se importar com o que a língua portuguesa pensa disso. Dia desses ouvi o comentário de uma cidadã alemã sobre nossa linguagem no dia a dia. Ela achava curioso o fato de falarmos tudo no diminutivo para tentar expressar que uma coisa não vai demorar pra acontecer. Tipo atendente de telemarketing que pede pra esperar “só um minutinho” quando queremos resolver um problema com a conta do celular. Na boa, não é porque ela fez isso que o minuto vai passar mais rápido. Um minuto é um minuto, tem sessenta segundos e só passa mais rápido quando fazemos algo que realmente gostamos. E tenho certeza que resolver problemas ao telefone não está nesta lista.

"Demora não... é só um minutinho. Xá comigo!"

Outro caso desses me chamou a atenção numa dessas sextas de manhã, enquanto alguém lia as manchetes de alguns jornais e revistas. Dentre todos os destaques citados, a Contigo trazia na capa: Gravidíssima! Gisele mostra barriga de quatro meses na praia. A primeira coisa que me perguntei foi quantos filhos essa mulher tá esperando. Descobri que é apenas um e me senti enganado, afinal Gravidíssima me passa a impressão de que a mulher está esperando pelo menos por OITO filhos numa tacada só. Não que seja impossível. Apenas muito improvável e caro!

Gravidíssima só para um filho? Pode isso, Arnaldo?

Bem, estes são apenas alguns exemplos de como utilizamos palavras de uma forma que, logicamente, não faz sentido. Mas não se preocupe, não é a insanidade que está acometendo o povo. É apenas a linguagem que está evoluindo. E apesar das criticas que possam existir, esta é um processo natural, que vem acontecendo desde os primórdios da língua. Por conta disso que existe a tal da reforma na ortografia. E é por culpa dela que há pouco tempo a plateia tinha acento, mas agora tem que ficar de pé. O antissocial tinha um hífem, mas agora só tem poucos amigos mesmo. Lograr significava lucrar para todos, não só pros malandros, e presidenta era um erro gramatical, não a autoridade máxima do País.

Cada Pais tem sus prioridades né...

E lembrem-se crianças: Fiz o texto pra aula de redação 6. ^^

sábado, 18 de agosto de 2012

Cinemateca dos Brother

Faz muito tempo que não é postada nenhuma dica de filme aqui no blog. Portanto, tentando ressuscitar mais uma sessão do blog, posto aqui um trailer de uma estréia que promete ser aterrorizante.



Dá medo, não? Haha. Vi no Um Sábado Qualquer.

E lembrem-se crianças: Em breve num cinema perto de você... #sóquenão

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Jornalismo do Futuro

Não sei se todos os leitores do blog já viram um seriado chamado Early Edition ("Edição de Amanhã" por aqui). Ele conta a história de um cara que misteriosamente recebe o jornal de um dia depois, contando as tragédias que vão acontecer no dia em que ele está vivendo. Dae ele sai feito louco correndo atraz das pessoas envolvidas para evitar que uma tragédia aconteça...

Bem, se só eu estou lendo o blog então todos os leitores já viram, mas se existe mais alguém nessa rede que ainda acessa o tisan e lembra do seriado (passava na Record se não me engano), saiba que eu acho que me tornei o protagonista deste seriado hoje. Mas em uma versão mais tecnológica, claro.

Explico. É que hoje, durante uma aula de Ambiente Digital, passeando feliz e saltitante pelo site do jornal O Progresso  resolvi pesquisar uma palavra aleatória no site, para analisar como funcionava a ferramenta de pesquisa. Não sei o motivo, mas a primeira que me veio a mente foi Lula. Eis o que apareceu:


Se vocês não notaram, tive acesso acesso a uma informação de amanhã (A culpa é sempre da mídia - quinta, 09/agosto/2012 07:12:00) às 20h29 de hoje, dia 08 de agosto. Isso me leva a crer que vai dar alguma treta entre o Lula e a mídia... Talvez algum repórter tente assassina-lo, ou algo do gênero. Isso deveria me despertar o dever moral de avisar o Lula, tentar impedir o responsável, fazer algo PELAMORDEDEUS. Mas infelizmente estou muito cansado para isso, e não quero dar problema para os pobres diagramadores e divulgadores de conteúdo do site. Imagine ter que mudar todo o jornal só por conta de uma coisa que eu fizer... Melhor deixar pra lá né.

domingo, 5 de agosto de 2012

Dae Galera...

Nunca mais postei nada aqui no tisan, basicamente por preguiça. Sorry aos que ainda acompanham o blog. Vou tentar corrigir isso a partir de agora. Começo postando um texto que produzi para a matéria de redação 6 no Ielusc, e espero que seja a primeira de muitas postagens dentro de muito em pouco tempo... ou algo assim... haha

As dores do mundo

Quando o mindinho do pé encontra a beira de um móvel no breu da madrugada ou quando a vida nos dá uma rasteira bem dada. Quando a gravidade nos guia involuntariamente rumo ao chão ou quando as palavras são mais lacerantes que um diamante afiado. Em toda nossa vida a dor sempre está presente. É verdade que geralmente vem acompanhada de ais, uns bons palavrões e referências a mãe de alguém, mas este não é um comportamento padronizado. Os mais recatados, por exemplo, apenas cobrem a boca com as mãos e choram. Os masoquistas fazem questão de se deliciarem com ela. Já minha avó costuma falar “alvaia” quando se machuca. Acho que é uma palavra pouco propícia para o momento, já que é elaborada demais para ser bradada em meio ao desespero e fúria, mas cada um é cada um.

Aprende vó. Não tem "alvaias"...

Independente dos comportamentos, é normal observar certa discussão quando as pessoas são questionadas sobre qual é a pior dor do mundo. Geralmente as mulheres falam do parto normal. É mais um dos fardos que elas dizem carregar, além da menstruação, cólicas e blábláblá. Os homens já dizem que isso nem se compara a um chute no saco. Dai as senhoritas dizem quão grande é nossa sorte por não podermos parir uma criança, o quanto somos insensíveis e ficam brabas pois nunca poderemos compartilhar do sofrimento delas. Sinceramente, não entendo esta atitude. Eu fico particularmente grato pelas mulheres serem incapazes de sentir o que é um chute no saco. Afinal, imagino que o resultado estético não seria dos melhores.

Mulheres com saco... não é isso que eu falei, mas...

Apesar de toda esta disputa, posso afirmar com certeza que o que mais dói no mundo é o coração partido. Metaforicamente, claro. É quando suas esperanças amorosas são reduzidas a pó num piscar de olhos. Explico meu ponto de vista, tanto aos que compartilham dele quanto aos que estão começando a duvidar que eu realmente saiba o que é uma paulada nos culhões.

AI... como dói

Primeiramente, o que mais ouvimos por aí são músicas sobre dor de cotovelo, desilusões amorosas, etc. E por pior que sejam, existe todo um esforço envolvido na composição de uma canção. Qualquer pessoa normal só gastaria essa energia para algo que realmente tenha deixado marcas profundas, algo que valha a pena registrar. E eu nunca ouvi uma letra que tratasse das dores de parto, nas zonas erógenas ou de cálculo renal. Em segundo lugar, assim como todos eu já sofri deste mal. É horrível. Geralmente se fica deprimido, duvidando de próprio valor e pensando em qual foi o erro cometido... No meu caso, fiquei moribundo, duvidei da minha sexualidade e até pensei em voltar no tempo para tentar concertar as coisa, ou matar meu pai para criar um paradoxo temporal e acabar com a existência humana como conhecemos de uma vez por todas.

Adeus universo!

Felizmente o tempo passou, as feridas cicatrizam e os sonhos retornam. Graças a Deus não realizei meu plano de colapsar o universo. Isso pois conheci uma garota ótima, das que seriam realmente difíceis de se achar fora da terra.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Nerds...

Segundo o desciclopédia, nerds são seres estranhos e incomuns. Seu habitat é Ultima Online, Tíbia, YoYoGames.com, GTA: SA, Second Life e outros jogos. A maioria sofre de transtorno obsessivo-compulsivo, fobia social e medo do sexo oposto, ou até mesmo do próprio sexo. Costumam frequentar convenções de seriados de TV, principalmente os que envolvem Star Trek, Jeremias, Hamtaro e computadores.

Resumindo, caras assim:

Ou assim:


O fato é que muitas pessoas "normais" tem medo deles, e acreditam que a qualquer momento os nerds podem ter um acesso de raiva, sacar uma arma e matar todo mundo. Bem... é verdade. Ainda mais quando provocados...


E lembrem-se crianças: talvez ele tenha merecido isso...
E lembrem-se crianças (2): NÁIN!

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Confrontando minorias...

Foi isso que me aconteceu quando eu falei para meus pais que eu era o _N3gaum_ (Apelido do ensino médio e nick do mIRC... longa história...)



E lembrem-se: Oh no, you don't say BLACK, Jesus..."

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Pequenina maneira brasileira de se resolver as coisas

Só pra não dizerem que não postamos coisas de utilidade pública...



E lembrem-se: "...qualquer pessoa que concluiu o fundamental vê que o plugue novo não encaixa..."

sábado, 13 de novembro de 2010

O que aconteceria se os homens menstruassem?

Calma pessoal. Esse post não é mais uma cópia do texto da Glória Stein. É um texto sério sobre o que REALMENTE ACONTECERIA se os homens começassem a menstruar, e não esse blablablá de mulher... haha.

Well, brincadeiras a parte vamos aos acontecimentos:

1º - Pânico:
Cara, não existe homem que, ao ver o seu membro expelir sangue, não entre em pânico. O grande problema não é o sangue em si, mas de onde ele sai. Se fosse de um braço ou uma perna, tudo bem, afinal de contas você tem um par de cada (geralmente). Mas quando um homem nota que o sangue sai do pênis, a coisa fica tensa. Logo pensamos "Não vou mais poder transar", ou "Vou ser castrado", ou ainda "Vou ter que mijar sentado". É horripilante!

"mijar sentado... Nãããããããããooo!"

2º - Fraudas Descartáveis:
Mulheres usam absorventes. Homens teriam que usar fraudas descartáveis. É tudo uma questão simples de anatomia: Se você tem um buraco no meio das pernas, é fácil de colocar algo discreto e se sentir seguro. Mas se você possui algo que se projeta para fora e aponta para qualquer direção (principalmente ao acordar), é necessário aumentar a área de "cobertura". Isso ou colocar um OB na uretra, o que seria muito desagradável. Fico com calafrios na espinha, só de imaginar alguém colocando uma rolha na minha uretra...

É tudo uma questão de anatomia.

3º - Cólicas e Dor de Cabeça:
Se as mulheres tem, por que os homens não teriam? Isso poderia até diminuir a vontade sexual de um homem nos dias em que as dores são muito fort... neeeeeeeemm... que nada, isso é besteira... esqueçam... haha.

That's IMPOSSIBLE!

4º - Guerras:
Em geral, existem mais homens ocupando cargos importantes, como o de presidente ou ministro. Como estes líderes estariam mais sensíveis, emputecidos e impacientes (por estarem de chico), nada mais comum do que guerras acontecendo por motivos banais. Não que as mulheres briguem por motivos banais, é que, eh... hum... bem, o fato é que a terceira e quarta guerras mundiais provavelmente já teriam acontecido.

Típico de quem está menstruado...

5º - O passebus aumentaria:
Ah... tudo é motivo pra essa bosta aumentar... e provavelmente irá aumentar no ano que vem... Saco!


Graças a Deus que os homens não menstruam... sangrar por lugares indesejáveis por culpa de minhas hemorróidas já é o suficiente... digo... eh...

E lembrem-se: Mesmo não menstruando, alguns homens ainda precisam de fraudas...

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Viva aos professores!

Pois é pessoal... muito tempo após o último post e provavelmente muito tempo após alguém acessar esta bagaça, trago para esta abandonada e sombria página uma singela homenagem àquele que sempre está preocupado em nos ensinar, chamar nossa atenção, Encher o Saco, FAZER REPROVAR E FOD... digo, digo... o PROFESSOR!

Bem, mas que raio me fez lembrar deste ser? Seria raiva ou tramas de infância? NÃO! É que em outubro foi comemorado o dia do professor. Isso fez com que eu me lembrasse dos meus amigos que fazem licenciatura, dos professores que se fazem descolados para chamar a atenção dos alunos, das professoras que tive e achei gost... errr...
Tá, chega de enrolação. Apesar das brincadeiras, acredito que muitas vezes a classe destes humildes trabalhadores é injustiçada. Eles são desrespeitados, chamados de vagabundos (pois sempre perguntam se o professor trabalha além de dar aula) e perdem a identidade (pois sempre que encontramos um ex-professor nosso, nunca o chamamos pelo nome, mas sempre por PROFESSOR) em troca de um salário muitas vezes ridículo. E muitos deles dão boas aulas e sabem como prender nossa atenção...
não prestar atenção é um PRE-RI-GO!

Por tanto, quero deixar aqui os meus agradecimentos a todos os mestres que me ensinaram (ou não) e minhas congratulações a todos os que se dedicam a esta nobre arte. Encerro o post com uma música que resume bem a vida destes magnanimos do saber. De Moacyr Franco: O professor.



E lembrem-se: Tá Tá TÁ TááááááÁÁÁÁ!

domingo, 3 de outubro de 2010

E chegou dia 3 de outubro...

Pois é pessoal, finalmente chegou o dia da eleição. Vocês não sabem o quanto esperei por isso. Não que eu seja um desses patriotas... até me acho meio facilmente manipulável, sabe. O que eu realmente esperei com a chegada do dia 3 de outubro foi o FIM de TODA propaganda eleitoral, que é um saco, convenhamos.

Bem, acredito que todos devam ter achado horrivel a poluição visual, sonora e toda a lixarada jogada no chão, além de pessoas mirando bandeiras nas cabeças dos eleitores em QUALQUER local público. Todos, menos os cabos eleitorais, que afirmam que isso tudo é inveja porque não tiramos um troco fazendo um trabalho "justo"...



Whatever... sem entrar no mérito do sentimento motivador de nossa revolta, creio ser senso comum que eleições são uma temporada onde o vergonha alheia mode está COMPLETAMENTE ON. De fato, existem algumas campanhas ridiculamente grudentas e impagáveis. Confiram alguns dos melhores momentos:

Tem cada figura que PELAMORDEDEUS. Legal também é um vídeo solo da Havanir...

Delhe neles Havanir... Outra que chama muita atenção é Cameron Brasil, com o slogan "Vote com prazer, 1969"

E ela ainda fala o que pretende fazer no futuro... tudo com muito gozo...

Pois é... acho que algumas pessoas realmente podem ter se cansadoo de vortar nos filhos das putas e resolveram votar nelas... tem gosto pra tudo... e VIVA a democracia!

Well, mas o momento mais hilário das campanhas, melhor que o jingle do Eymael e as versões para músicas do Queen, Michael Jackson e outros mais foi uma das declarações que ocorreu no debate presidencial da Globo...

E lembrem-se: "Todas as doações são oficiais..."



quarta-feira, 29 de setembro de 2010

INTERNET: Tornando tudo cada vez mais obsoleto

A internet é algo que revolucionou a história da humanidade. É através dela que o mundo se conecta e se aproxima. Todos a utilizam para um infindável número de coisas, desde o trabalho até o lazer, desde a pirataria até a pornog.. digo, digo...

Bem, nada de novo até aqui. Todos sabem da importância que a internet tem em nossas vidas (alguns fazem da internet a sua vida, mas...). O que eu queria apresentar aos caríssimos leitores é uma listinha simplória sobre algumas coisas que a internet tornou obsoletas. Mas não essas coisinhas como CDs, videolocadoras e enciclopédias. Falo das coisas realmente importantes, como:

Revista Playboy: Antigamente, esta era a maneira que os jovens cheios de espinhas e pelos nas mãos tinham para adentrar à puberdade. Era o jeito de se conhecer algo sobre o assunto. Hoje em dia, qualquer criança com um conhecimento básico sobre o computador pode ter acesso a sites de conteudo adulto, apenas clicando em "Sim, tenho mais de 18 anos".

A playboy mais esperada da década

Sessão de conteudo adulto nas videolocadoras: Após completar a maioridade, era perfeitamente possivel alugar uns "filminhos de sacanagem". Lógico que isto requeria uma certa discrição, como aparecer na locadora em horários pouco movimentados e camuflar o pornozão entre uma fita de comédia pra família e um drama comovente. Nos tempos atuais, basta um computador no quarto, internet banda larga, fones de ouvido e a habilidade de utilizar a combinação alt+TAB se alguém adentrar o recinto de sopetão. Isso tudo acompanhado de uma futura limpeza de registro, claro.

alt+TAB não funciona aqui !

Anonimato: Nem tudo é pornografia pessoal. Outra coisa que a internet destruiu foi o fato de um Zé Ninguém continuar sendo um Zé Ninguém. Antes era mais difícil de se saber tantas coisas sobre as pessoas, ou quem é aquela menina do filme por... digo, digo...

Agora, todos nós somos fortemente vigiados. Se você procurar informações sobre alguém no Google, você vai achar. Se você procurar seu nome no Google, TU VAI ACHAR. Se tu procurar por BANDAS COLORIDAS COM MÚSICAS DE MERDA QUE ALIENAM OS JUVENIS E DEVERIAM TER PERMANECIDO NO ANONIMATO, VOCÊ VAI ACHAR!

Eles estão de olho!

Neste momento você deve estar pensando: É verdade... muitas coisas mudaram. Mas o que você não sabe é que existe algo melhor do que a pornografia gratuita. Algo que pode até compensar o surgimento de EMOs ou coloridos do inferno. Algo que só a internet pode nos trazer: uma calculadora de KI!

clique na imagem e saiba o seu poder de luta.

Você que é fissurado em DBZ, não precisa mais fazer como o Vegeta, que no início dos anos 1990 tinha que usar um identificador de poder para saber se o seu adversário era forte. Basta fazer umas simples perguntas, responder no questionário e pronto. E mais: por ser algo on-line, não sofre danos físicos!

ficou irritadinho, perdeu o equipamento!

E lembrem-se: " É de mais de OITO MIL!"

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

WTF!

Caracas... fico um tempinho sem ver o blog e já mudaram TUDO? To mais perdido que filho de Puta em Dia dos Pais... (não é literal pessoal)

Bem, não era isso que eu vim postar...

Quero mostrar a todos como minhas aulas de foto são produtivas. Por isso vos apresento um vídeo que fiz no Ielusc, junto com uma galera. Talvez algumas pessoas já tenham visto, afinal de contas eu fiquei muito orgulhoso quando o Stop Motion foi concluido e mostrei pra quem cruzasse o meu caminho... well, não importa. O mundo tem mais de 7 BILHÕES de pessoas e eu acho que não mostrei pra tantas pessoas assim... eu ACHO.

Tá. Vejam então a trajetória de nosso dinheiro resumida em um minutinho, e com a trilha do jogo do Mario. Alias, parabéns pro Mario, que completou 25 anos dia 13 de setembro. Valeu Mario, te vejo atrás do armário... digo, digo... vejam a vídeo.



E lembrem-se: Apesar de conhecer o Mario desde criança, eu jamais tive um envolvimento além do jogo... exceto quando eu... digo, digo...

terça-feira, 3 de agosto de 2010

E eis que o filho pródigo à casa torna!

Dae pessoal do blog, depois de muito tempo sem postar nada, eu finalmente retorno das cinzas como uma Fênix e.... PUTZ... tá MUITO gay esse papo.

Tá galera, é o seguinte: tenho várias ideias boas sobre o que postar, mas como tenho muita coisa pra fazer eu deixo para depois e me esqueço delas. Por isso comecei a anotar tudo num caderno pra ver se consigo voltar a postar algo interessante. Só espero que ao ler minhas anotações eu não ache tudo sem sentido... e também espero que eu não volte no tempo e mude toda a história... haha

terça-feira, 29 de junho de 2010

Rap Rock Emo Pop!

Pois é... vocês querem saber por que estamos sem postar coisas inúteis no blog??? É por isso..
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Estamos muito ocupados com nossa fase EMO... Sabe como é... cortar os pulsos e chorar por nada ocupa MUUUUUUUUUUUUUUITO tempo.